FORMATOS · DIAGNÓSTICO DE EQUIPE

Diagnóstico de equipe

O perfil da equipe inteira — que não é a média das pessoas dentro dela.

ORÇADO POR ESCOPO

Cinco pessoas ambidestras não fazem uma equipe ambidestra. E uma equipe ambidestra pode ser feita de gente que só sabe fazer uma coisa. O perfil de uma equipe é uma propriedade do sistema — emerge de incentivos, estrutura, processos e liderança — e por isso não pode ser deduzido somando os perfis individuais.

O diagnóstico de equipe é a especialidade da KT Lab e o assunto da tese que originou o método. É na equipe que as duas decisões da ambidestria são tomadas de novo todo dia: quando fazer as duas coisas (ao mesmo tempo ou uma de cada vez) e quem faz cada uma (todos ou subgrupos dedicados). A organização decide uma vez, no organograma. A pessoa nem chega a decidir. Só a equipe re-decide as duas diariamente.

A leitura mostra a distância entre a estratégia que a empresa declara e a que a equipe pratica — porque uma estratégia que promete inovação e uma equipe cujo dia não tem espaço para inovar convivem sem se encontrar. E o dia a dia sempre ganha.

Para quem é

Líderes de equipes e áreas

Que sentem que a estratégia não vira agenda e precisam saber qual tipo de funcionamento está rodando sem ninguém ter escolhido.

Diretoria e RH/T&D

Que precisam de uma medida comparável entre equipes para decidir onde investir desenvolvimento — com dado, não com opinião.

Empresas em transformação

Que estão a mudar de estratégia, estrutura ou prioridade e precisam saber se as equipes conseguem tocar a mudança sem parar de aprender no caminho.

Como funciona

01

Aplicação individual

Cada integrante responde ao instrumento individualmente — a mesma medida do diagnóstico individual.

02

Agregação com verificação de consenso

As respostas são agregadas ao nível da equipe com verificação estatística de consenso interno. Sem isso, a média do time não significa nada: uma equipe dividida e uma equipe alinhada podem ter exatamente a mesma média.

03

Perfil, distribuição e tipo em curso

A equipe é posicionada em um dos quatro perfis, a distribuição interna dos perfis individuais é mapeada e o tipo em curso é identificado: Equilibrada, Estratégica, Alternada ou De Demanda.

04

Devolutiva para o líder e para o time

Leitura conjunta dos resultados: os riscos que a composição atual carrega, a distância entre estratégia declarada e praticada, e o que muda o resultado de verdade.

O que você recebe

  • Perfil da equipe com verificação estatística de consenso interno
  • Distribuição interna dos perfis individuais
  • Identificação do tipo em curso (Equilibrada, Estratégica, Alternada ou De Demanda) e dos riscos associados
  • Leitura da distância entre a estratégia declarada e a praticada
  • Devolutiva estruturada para liderança e equipe

O orçamento é definido por escopo: número de equipes, formato da devolutiva e profundidade da leitura. Solicite uma proposta com o desenho do seu contexto.

Perguntas frequentes

Porque é na equipe que as duas decisões são tomadas de novo todo dia. A organização decide uma vez, no organograma, e revisa uma vez por ano. A pessoa nem chega a decidir o quem. Só a equipe re-decide as duas diariamente: quando fazer as duas coisas e quem faz cada uma.

E é também onde a estratégia é de fato operacionalizada. Uma estratégia que promete inovação e uma equipe cujo dia não tem espaço para inovar convivem sem se encontrar — e o dia a dia sempre ganha. A distância entre a estratégia declarada e a praticada é, quase sempre, uma distância de nível de equipe.

O instrumento combina quatro escalas validadas e publicadas na literatura, adaptadas pela KT Lab ao contexto brasileiro e alinhadas aos achados da tese de doutorado: Mom, Van den Bosch e Volberda (2009), para exploração e explotação do gestor; Miron-Spektor e colegas (2018), a Paradox Mindset Scale; VandeWalle (1997), para orientação para aprendizagem; e Edmondson (1999), para segurança psicológica.

A palavra "validadas" pertence às escalas de origem, que passaram por revisão por pares nos periódicos em que foram publicadas. O trabalho próprio da KT Lab é a adaptação ao contexto brasileiro e o alinhamento aos achados da tese — não um estudo psicométrico à parte.

Cada integrante da equipe responde ao instrumento individualmente. As respostas são então agregadas ao nível da equipe com verificação estatística de consenso interno — sem isso, a média do time não significa nada, porque uma equipe dividida e uma equipe alinhada podem ter exatamente a mesma média. A equipe é posicionada em um dos quatro perfis, e o tipo em curso é identificado.

São quatro, e resultam do cruzamento de duas decisões: quando (ao mesmo tempo ou uma de cada vez) e quem (todos ou subgrupos dedicados).

Equilibrada — a equipe inteira, ao mesmo tempo, sem se dividir. Estratégica — subgrupos dedicados, rodando em paralelo. Alternada — a equipe inteira, em ciclos. De demanda — subgrupos que se ativam conforme a demanda muda.

A tipologia é autoral, da tese de doutorado de Kallita Magalhães Molino (Universidade Presbiteriana Mackenzie, 2025). O artigo decorrente dessa tese recebeu o Prêmio ANPAD 2023.

Os valores são definidos por escopo e informados sob consulta. O que os determina: quantas pessoas serão avaliadas, quais níveis de análise entram (pessoa, equipe, organização) e se o trabalho inclui trilha de desenvolvimento e segunda medida.

O diagnóstico individual é o ponto de entrada, e o de menor investimento. Peça uma proposta por contato@ktlab.com.br ou pelo WhatsApp: a conversa começa pelo contexto, não pelo pacote.

O desenho principal atende a dois grandes públicos: 1) Médias e grandes empresas — donos, C-levels e RH/T&D. 2) Líderes individuais e profissionais em desenvolvimento, em qualquer contexto, que podem começar pelo diagnóstico individual.

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