FORMATOS · DIAGNÓSTICO INDIVIDUAL

Diagnóstico individual

O perfil de cada pessoa entre inovar e entregar, com instrumento construído a partir de escalas validadas na literatura.

SOB CONSULTA

Toda pessoa pende para um lado. Algumas entregam com excelência e adiam o futuro; outras criam sem parar e concluem pouco; outras ainda não têm espaço nem para uma coisa nem para outra. O diagnóstico individual posiciona cada pessoa em um dos quatro perfis — Executor, Inovador, Contido pelo Contexto ou Ambidestro — a partir de duas dimensões independentes: o quanto inova e o quanto entrega.

O instrumento combina escalas validadas na literatura, adaptadas pela KT Lab ao contexto brasileiro e alinhadas aos achados da tese de doutorado. É o mesmo aplicado nas 124 leituras da pesquisa da KT Lab — 75 delas com quem ocupa cadeira de direção. A leitura mostra a distância entre os dois polos, o repertório que a pessoa tem para alternar entre eles e o que sustenta ou trava cada um.

Nenhum perfil é um destino. Todos são um endereço — e endereço se muda. A devolutiva mostra onde a pessoa está hoje e qual alavanca de desenvolvimento o perfil identificado pede.

Para quem é

Líderes e executivos

Que precisam saber para que lado pendem antes de decidir para que lado conduzir a equipe — porque quem lidera amplifica o próprio perfil no time.

Profissionais em desenvolvimento

Que querem autoconhecimento com base em escalas validadas na literatura, e não em teste de personalidade genérico: uma medida de capacidade, não de estilo.

Empresas em desenho de sucessão

Que precisam comparar candidatos com o mesmo critério: quem está pronto para liderar, onde há capacidade parada e onde o desenvolvimento individual tem retorno.

Como funciona

01

Aplicação do instrumento

A pessoa responde ao questionário, online, em cerca de 20 minutos. Não há resposta certa: o instrumento mede o comportamento real entre inovar e entregar, não a intenção.

02

Tratamento e posicionamento

As respostas recebem tratamento estatístico e a pessoa é posicionada em um dos quatro perfis, com a distância entre os dois polos e o repertório de alternância.

03

Devolutiva individual

Sessão de devolutiva com leitura do perfil, dos riscos típicos (armadilha do sucesso, armadilha do fracasso, contenção pelo contexto) e das alavancas de desenvolvimento que o perfil pede.

O que você recebe

  • Posicionamento no perfil (Executor, Inovador, Contido pelo Contexto ou Ambidestro)
  • Leitura da distância entre os polos inovar e entregar
  • Mapa do repertório de alternância e do que sustenta ou trava cada polo
  • Sessão de devolutiva com recomendações de desenvolvimento

O diagnóstico individual é também a porta de entrada para o diagnóstico de equipe: as leituras individuais são a base sobre a qual o perfil do time é medido — com verificação estatística de consenso.

Perguntas frequentes

A armadilha do sucesso acontece quando uma equipe ou organização fica tão boa no que já faz que deixa de explorar o novo. Quanto melhor ela entrega, mais é premiada por entregar — e menos motivo tem para arriscar. A excelência de hoje acaba virando a obsolescência de amanhã.

É o risco típico do perfil Executor. O mecanismo foi descrito por Levinthal e March em 1993. O espelho dele é a armadilha do fracasso.

A armadilha do fracasso acontece quando uma equipe ou organização investe em experimentação, mas o experimento não vira resultado, e a resposta é continuar explorando — outra coisa, outra direção. Cada ciclo que não chega ao fim empurra a equipe a recomeçar, gerando um ciclo vicioso, em que nada amadurece o bastante para virar entrega.

É o risco típico do perfil Inovador, e é o espelho da armadilha do sucesso. Levinthal e March descreveram as duas em 1993.

O instrumento combina quatro escalas validadas e publicadas na literatura, adaptadas pela KT Lab ao contexto brasileiro e alinhadas aos achados da tese de doutorado: Mom, Van den Bosch e Volberda (2009), para exploração e explotação do gestor; Miron-Spektor e colegas (2018), a Paradox Mindset Scale; VandeWalle (1997), para orientação para aprendizagem; e Edmondson (1999), para segurança psicológica.

A palavra "validadas" pertence às escalas de origem, que passaram por revisão por pares nos periódicos em que foram publicadas. O trabalho próprio da KT Lab é a adaptação ao contexto brasileiro e o alinhamento aos achados da tese — não um estudo psicométrico à parte.

Os quatro perfis se originam do cruzamento de dois eixos — o quanto se inova e o quanto se entrega.

Executor (entrega alta, inovação baixa) — entrega bem e adia o futuro. Contido pelo Contexto (as duas baixas) — falta contexto, não competência. Inovador (inovação alta, entrega baixa) — cria sem parar e conclui pouco. Ambidestro (as duas altas) — entrega o hoje e constrói o amanhã com excelência.

Os quatro perfis são de autoria da KT Lab, criados por Kallita Magalhães Molino. O construto de base é de March (1991).

Existe: é o diagnóstico individual da KT Lab. Ele posiciona a pessoa em um dos quatro perfis — Executor (entrega alta, inovação baixa), Inovador (inovação alta, entrega baixa), Contido pelo Contexto (as duas baixas) e Ambidestro (as duas altas) — a partir de duas dimensões independentes, e não de uma régua com dois extremos.

O instrumento combina escalas validadas na literatura, adaptadas pela KT Lab ao contexto brasileiro e alinhadas aos achados da tese de doutorado. É o mesmo aplicado na pesquisa da KT Lab: 124 pessoas, em 95 empresas brasileiras, 75 delas em cadeira de direção. Nenhum dos perfis é um destino — é um endereço, e endereço se muda.

O DISC serve bem para o que se propõe: descrever estilo de comportamento, o que ajuda em comunicação e convivência dentro de uma equipe. Ele não foi construído para responder outra pergunta — a de quanto uma pessoa ou uma equipe está inovando e entregando.

São instrumentos com funções diferentes, e um não substitui o outro. O diagnóstico da KT Lab mede comportamento em duas dimensões independentes — o quanto se explora e o quanto se explota — e, no nível da equipe, verifica o consenso interno antes de afirmar qualquer coisa sobre o grupo.

Uma forma simples de escolher: se a pergunta é "como essa pessoa se comunica", o DISC responde. Se é "esta equipe está construindo o futuro ou só entregando o presente", não.

A maioria dos processos de avaliação de potencial — inclusive o 9-box — pede que o gestor classifique o potencial por percepção, sem definir potencial para quê. É daí que vem a subjetividade que depois se tenta corrigir em reuniões de calibração.

A KT Lab acrescenta uma camada objetiva ao processo que a organização já roda: mede o comportamento nas duas dimensões independentes. A pergunta deixa de ser "esta pessoa tem potencial?" e passa a ser "potencial para quê: explorar, explotar, ou integrar os dois?". Como a medida se repete depois do desenvolvimento, dá para comparar antes e depois em vez de discutir percepções.

Os valores são definidos por escopo e informados sob consulta. O que os determina: quantas pessoas serão avaliadas, quais níveis de análise entram (pessoa, equipe, organização) e se o trabalho inclui trilha de desenvolvimento e segunda medida.

O diagnóstico individual é o ponto de entrada, e o de menor investimento. Peça uma proposta por contato@ktlab.com.br ou pelo WhatsApp: a conversa começa pelo contexto, não pelo pacote.

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