FORMATOS · PROGRAMAS DE DESENVOLVIMENTO

Programas de desenvolvimento

Trilha construída sobre o resultado do diagnóstico — e medida de novo ao fim. Sem metrificar não há evolução; há opinião.

ORÇADO POR ESCOPO

Diagnóstico sem desenvolvimento é retrato. O programa de desenvolvimento da KT Lab transforma a leitura em trilha: cada perfil identificado — Executor, Inovador, Contido pelo Contexto ou Ambidestro — pede uma alavanca diferente, e cada tipo de equipe em curso pede uma condução diferente.

Um Executor não se desenvolve do mesmo jeito que um Inovador: um precisa abrir espaço para explorar sem perder a excelência de entrega; o outro precisa de estrutura para concluir sem matar a criação. Um Contido pelo Contexto quase nunca precisa de treinamento — precisa de contexto. E o Ambidestro precisa de condições para sustentar a tensão, não de mais pressão.

A diferença do programa está no fim: o mesmo instrumento é reaplicado, com tratamento estatístico, produzindo uma segunda medida. É ela que mostra se houve evolução real — e onde.

Para quem é

Líderes diagnosticados

Que receberam a leitura individual e querem transformar o endereço atual em movimento — com trilha desenhada para o próprio perfil.

Equipes diagnosticadas

Que conhecem o próprio perfil e o tipo em curso, e precisam de acompanhamento para conduzir a mudança que o contexto pede.

RH/T&D e diretoria

Que precisam justificar investimento em desenvolvimento com medida de evolução — antes e depois, com o mesmo instrumento.

Como funciona

01

Desenho da trilha

A partir do diagnóstico, a trilha é desenhada para o perfil e o nível em questão — líder, equipe ou organização. Cada tipo identificado pede uma alavanca diferente.

02

Desenvolvimento e acompanhamento

Sessões de trabalho, conteúdo autoral com base na tese e nas pesquisas, e acompanhamento da aplicação no dia a dia — porque é no dia a dia que a capacidade se constrói.

03

Segunda medida

Ao fim da trilha, o mesmo instrumento é reaplicado com tratamento estatístico. A comparação entre as duas medidas mostra a evolução real — sem metrificar não há evolução, há opinião.

O que você recebe

  • Trilha de desenvolvimento desenhada sobre o resultado do diagnóstico
  • Sessões de desenvolvimento com conteúdo autoral, baseado em tese e pesquisas
  • Acompanhamento da aplicação no contexto real de trabalho
  • Segunda medida com tratamento estatístico e leitura comparativa da evolução

O programa é orçado por escopo: número de pessoas ou equipes, formato da trilha e profundidade do acompanhamento.

Perguntas frequentes

O instrumento combina quatro escalas validadas e publicadas na literatura, adaptadas pela KT Lab ao contexto brasileiro e alinhadas aos achados da tese de doutorado: Mom, Van den Bosch e Volberda (2009), para exploração e explotação do gestor; Miron-Spektor e colegas (2018), a Paradox Mindset Scale; VandeWalle (1997), para orientação para aprendizagem; e Edmondson (1999), para segurança psicológica.

A palavra "validadas" pertence às escalas de origem, que passaram por revisão por pares nos periódicos em que foram publicadas. O trabalho próprio da KT Lab é a adaptação ao contexto brasileiro e o alinhamento aos achados da tese — não um estudo psicométrico à parte.

A maioria dos processos de avaliação de potencial — inclusive o 9-box — pede que o gestor classifique o potencial por percepção, sem definir potencial para quê. É daí que vem a subjetividade que depois se tenta corrigir em reuniões de calibração.

A KT Lab acrescenta uma camada objetiva ao processo que a organização já roda: mede o comportamento nas duas dimensões independentes. A pergunta deixa de ser "esta pessoa tem potencial?" e passa a ser "potencial para quê: explorar, explotar, ou integrar os dois?". Como a medida se repete depois do desenvolvimento, dá para comparar antes e depois em vez de discutir percepções.

Com a mesma medida antes e depois. O que impede a maioria das organizações de provar o retorno de um programa não é falta de dado sobre o programa — é não existir medida do ponto de partida. Sem linha de base, sobra avaliação de satisfação, que mede como as pessoas se sentiram, não o que mudou.

O modelo da KT Lab é de dupla medição: o diagnóstico estabelece a linha de base (o perfil da pessoa e o da equipe, com verificação de consenso), a trilha de desenvolvimento é construída sobre o que a medida mostrou, e uma segunda medida verifica o deslocamento. O que se compara é comportamento nas duas dimensões — inovar e entregar —, não a percepção sobre o treinamento.

Os valores são definidos por escopo e informados sob consulta. O que os determina: quantas pessoas serão avaliadas, quais níveis de análise entram (pessoa, equipe, organização) e se o trabalho inclui trilha de desenvolvimento e segunda medida.

O diagnóstico individual é o ponto de entrada, e o de menor investimento. Peça uma proposta por contato@ktlab.com.br ou pelo WhatsApp: a conversa começa pelo contexto, não pelo pacote.

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