FORMATOS · PROGRAMAS DE DESENVOLVIMENTO

Programas de desenvolvimento

Um projeto real tirado do papel em 60 dias, com o ganho medido. Cinco encontros ao vivo, quatro checkpoints quinzenais e um indicador acompanhado do início ao fim.

EM RESUMO

O programa tira do papel um projeto real em 60 dias, com indicador medido no início e comparado no fim. Dá para começar direto, pelo kickoff ampliado, ou depois do diagnóstico — e aí o valor do diagnóstico vira crédito. Serve a quem tem um projeto travado, a quem quer aprender a construir com IA, e a RH e diretoria.

ORÇADO POR ESCOPO

Diagnóstico sem desenvolvimento é retrato. O programa começa onde o retrato para: um projeto real do seu trabalho, escolhido com você, com um indicador medido no começo e comparado no fim. Em 60 dias, com checkpoint a cada quinze.

O método por trás disso vem da pesquisa sobre ambidestria, e é o que define por onde começar: quem entrega bem e explora pouco precisa de espaço protegido, não de mais disciplina; quem começa muito e conclui pouco precisa de estrutura para fechar, não de mais ideias; e quem não tem espaço para nenhuma das duas precisa de contexto, não de treinamento. Se você já fez o diagnóstico, isso vem do seu perfil; se não, sai do kickoff.

A diferença do programa está no fim: existe um número do começo para comparar com um número do fim. É a comparação que diz se houve evolução real — e é ela que sustenta a decisão de seguir, ajustar ou parar. Sem medir não há evolução; há opinião.

Por que tantos projetos de IA param no meio do caminho

CAUSA 1

O caso errado

O projeto começa pela ferramenta da moda, e não por uma dor com um número para melhorar.

Aqui o projeto nasce de uma dor e de um indicador com ponto de partida.

CAUSA 2

Sem espaço na rotina

O piloto disputa a agenda com a urgência e perde. Quem começa muitos projetos acumula pilotos parados.

Aqui o plano cabe na sua semana, e a IA primeiro libera tempo.

CAUSA 3

Sozinho no meio do caminho

Sem acompanhamento, a primeira dificuldade vira abandono, e o piloto morre antes de mostrar resultado.

Aqui há checkpoint a cada 15 dias, até a decisão final.

Para quem é

Quem tem um projeto travado

A entrega que não sai, ou a ideia que nunca encontra espaço na agenda — e que precisa de um indicador e de alguém acompanhando até o fim.

Quem quer construir com IA

E sair com um agente, uma automação ou um painel funcionando no próprio trabalho — não com um curso assistido.

RH/T&D e diretoria

Que precisam justificar investimento em desenvolvimento com número, e não com percepção — o indicador do projeto, medido no começo e comparado no fim.

Como funciona

  1. 01

    Mapear

    dia 1 · ao vivo, 1h30

    Kickoff ampliado: entendo a sua realidade e como você usa a IA hoje, e escolhemos juntos o projeto e o indicador.

    Você sai com o plano das quinzenas e o kit de modelos.

  2. 02

    Desenhar e rodar

    dias 15 e 30 · ao vivo, 1 h cada

    Ponto de partida medido e piloto desenhado com critérios. Na quinzena seguinte, o piloto entra no trabalho real.

    Você sai com conteúdo da quinzena e feedback sobre o piloto.

  3. 03

    Ajustar

    dia 45 · ao vivo, 1 h

    Primeiros resultados na mesa, e ajuste no que travou.

    Você sai com a próxima entrega e o conteúdo da quinzena.

  4. 04

    Medir e decidir

    dia 60 · ao vivo, 1 h

    Comparação com o ponto de partida e decisão sobre seguir, ajustar ou parar — com base no que foi medido, não na impressão.

    Você sai com o fechamento do projeto e o próximo passo.

São cinco encontros ao vivo em 60 dias: o kickoff ampliado e os quatro checkpoints quinzenais.

O que você recebe

CINCO ENCONTROS AO VIVO

  • Kickoff ampliado (1h30) — sua realidade, seu objetivo, o projeto e o indicador
  • Quatro checkpoints quinzenais (1 h cada) — nos dias 15, 30, 45 e 60
  • O último deles é o fechamento: a comparação do antes e do depois, e o próximo passo

MATERIAIS QUE FICAM COM VOCÊ

  • Conteúdo personalizado, no seu nível e no seu formato, a cada quinzena
  • Até três recursos de IA criados para o seu cenário — e o ensino para você criar os seus
  • Kit de modelos: escolha do caso, plano de piloto, critérios de sucesso e roteiro para criar um recurso de IA

UM PROJETO MEDIDO

  • Projeto escolhido com você, com o ponto de partida medido no início
  • A comparação com esse ponto de partida no último checkpoint
  • Próximo passo já combinado

Você escolhe o projeto

O projeto e o indicador saem do kickoff ampliado — ou do plano de ação, se você vier do diagnóstico. Escolhemos juntos, e ele entra em andamento com a IA usada com critério.

CAMINHO 1

Um projeto do seu trabalho

A entrega travada ou a ideia que nunca encontra espaço na agenda sai do papel, com um indicador acompanhado do início ao fim.

CAMINHO 2

Aprender a construir com IA

Você sai com um agente, uma automação ou um painel funcionando no seu trabalho, com o ganho medido.

IA usada com estratégia

Na lógica da ambidestria, a pergunta não é qual ferramenta usar. É qual capacidade ela fortalece — e o que você faz com o tempo que ela libera.

IA PARA ENTREGAR

  • Automatizar tarefas repetitivas: e-mails, relatórios, planilhas.
  • Padronizar o que se faz toda semana.
  • Liberar horas na agenda.

IA PARA INOVAR

  • Pesquisar cenários e referências em horas, e não em semanas.
  • Prototipar uma ideia antes de investir nela.
  • Testar hipóteses com custo baixo.

O tempo que a IA libera na entrega é reinvestido em inovação. Por onde começar depende do perfil: o Inovador usa a IA para concluir o que já começou; o Executor, para abrir espaço para explorar; o Contido pelo Contexto, para tirar peso da rotina primeiro; o Ambidestro, para sustentar as duas frentes.

Este é o momento certo para você?

FAZ SENTIDO SE VOCÊ

  • já usa IA, mas quer usar com método, e não só como atalho;
  • tem um projeto que precisa sair do papel, ou uma entrega travada;
  • quer aprender a construir com IA — um agente, uma aplicação, uma automação — com alguém acompanhando de perto;
  • consegue reservar tempo toda semana para aplicar entre os checkpoints.

TALVEZ NÃO SEJA A HORA SE VOCÊ

  • procura uma fórmula pronta;
  • não tem, agora, tempo para aplicar entre os encontros;
  • quer, antes, entender o seu perfil e montar um plano — nesse caso, comece pelo diagnóstico.

Três combinados que valem do início ao fim.

O plano cabe na sua semana

Ele começa pelo que sai da agenda, e não pelo que entra.

Método transparente

Você sabe o que vai acontecer em cada quinzena, e por quê.

Decisão com número

No dia 60, a comparação com o ponto de partida — e a decisão de seguir, ajustar ou parar sai dela.

Não prometo resultado sem processo. O desenvolvimento de uma capacidade nova exige conhecimento, prática e tempo. Ofereço método e ferramentas que aceleram, com atenção e acompanhamento enquanto você implementa.

Quem começa pelo diagnóstico individual não paga duas vezes: decidindo seguir para o programa até a sessão do plano, o valor do diagnóstico vira crédito — e o total fica igual ao de quem veio direto para o programa.

O programa é orçado por escopo: o projeto escolhido, a profundidade do acompanhamento e quantos recursos de IA entram.

Perguntas frequentes

O instrumento combina quatro escalas validadas e publicadas na literatura, adaptadas pela KT Lab ao contexto brasileiro e alinhadas aos achados da tese de doutorado: Mom, Van den Bosch e Volberda (2009), para exploração e explotação do gestor; Miron-Spektor e colegas (2018), a Paradox Mindset Scale; VandeWalle (1997), para orientação para aprendizagem; e Edmondson (1999), para segurança psicológica.

A palavra "validadas" pertence às escalas de origem, que passaram por revisão por pares nos periódicos em que foram publicadas. O trabalho próprio da KT Lab é a adaptação ao contexto brasileiro e o alinhamento aos achados da tese — não um estudo psicométrico à parte.

A maioria dos processos de avaliação de potencial — inclusive o 9-box — pede que o gestor classifique o potencial por percepção, sem definir potencial para quê. É daí que vem a subjetividade que depois se tenta corrigir em reuniões de calibração.

A KT Lab acrescenta uma camada objetiva ao processo que a organização já roda: mede o comportamento nas duas dimensões independentes. A pergunta deixa de ser "esta pessoa tem potencial?" e passa a ser "potencial para quê: explorar, explotar, ou integrar os dois?". Como a medida se repete depois do desenvolvimento, dá para comparar antes e depois em vez de discutir percepções.

Com a mesma medida antes e depois. O que impede a maioria das organizações de provar o retorno de um programa não é falta de dado sobre o programa — é não existir medida do ponto de partida. Sem linha de base, sobra avaliação de satisfação, que mede como as pessoas se sentiram, não o que mudou.

O modelo da KT Lab é de dupla medição: o diagnóstico estabelece a linha de base (o perfil da pessoa e o da equipe, com verificação de consenso), a trilha de desenvolvimento é construída sobre o que a medida mostrou, e uma segunda medida verifica o deslocamento. O que se compara é comportamento nas duas dimensões — inovar e entregar —, não a percepção sobre o treinamento.

Os valores são definidos por escopo e informados sob consulta. O que os determina: quantas pessoas serão avaliadas, quais níveis de análise entram (pessoa, equipe, organização) e se o trabalho inclui trilha de desenvolvimento e segunda medida.

O diagnóstico individual é o ponto de entrada, e o de menor investimento. Se a sua empresa for pagar, a nota fiscal sai em nome dela. O caminho mais curto é agendar uma conversa de 30 minutos — a conversa começa pelo contexto, não pelo pacote. Também dá para pedir por contato@ktlab.com.br ou pelo WhatsApp.

Os seis formatos de atuação têm página própria, com o que entra em cada um — inclusive os três diagnósticos: individual, de equipe e da organização.

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